Sandro Alex defende avanços na desburocratização e políticas que atraem investimentos ao Paraná
O candidato do PSD ao Governo do Paraná, Sandro Alex, defendeu nesta segunda-feira (14) o avanço das políticas de desburocratização e simplificação que facilitam a abertura e a expansão de empresas no Estado.
Em encontro com cerca de 60 lideranças empresariais promovido pelo LIDE Paraná, em Curitiba, ele citou a ampliação do uso dos CNAEs (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) para reduzir exigências de atividades de baixo risco como exemplo de medidas que pretende aprofundar, ao lado de investimentos em infraestrutura para garantir as condições necessárias à expansão dos negócios.
“Nosso compromisso com o setor produtivo é ter a melhor infraestrutura, formação de mão de obra de qualidade e liberdade econômica. Nós temos quase mil CNAEs que não precisam de alvará ou licença. É esse o objetivo: continuar destravando o Paraná, desburocratizando e descomplicando a vida de quem gera emprego”, afirmou Sandro, lembrando que essas políticas resultaram na atração de um volume recorde de mais de R$ 400 bilhões de investimentos privados para o Estado desde 2019.
Uma das frentes apresentadas por Sandro é ampliar a simplificação da relação das empresas com o poder público a partir dos CNAEs. Por meio do Descomplica Paraná, o Estado já classificou 975 atividades econômicas como de baixo risco, permitindo que empresas enquadradas nesses segmentos sejam dispensadas de atos públicos de liberação, conforme os critérios técnicos de cada atividade.
“Aqui são quase mil CNAEs que não precisam de licença e não precisam de autorização”, destacou o candidato. Para ele, a lógica deve avançar: atividades de menor risco precisam encontrar um Estado mais rápido e simples, enquanto a fiscalização deve concentrar esforços nos setores em que ela é efetivamente necessária.
A medida integra uma política mais ampla de liberdade econômica que Sandro pretende preservar e ampliar. Na avaliação dele, reduzir etapas burocráticas significa diminuir custos e tempo para quem quer abrir uma empresa, ampliar uma operação ou trazer um novo investimento para o Paraná.
Crédito facilitado
Sandro Alex também frisou que o apoio ao setor produtivo precisa alcançar empresas de diferentes portes. Ele citou instrumentos de crédito da Fomento Paraná, o Banco do Agricultor Paranaense, o Banco da Mulher Paranaense e programas de microcrédito. Apenas a Fomento colocou quase R$ 2 bilhões em recursos à disposição de micro e pequenas empresas.
“A gente fez isso com os gigantes e fez isso também com o microcrédito, com o empreendedor individual. Ninguém começa grande. É uma construção. E nós estamos prontos para continuar fazendo”, argumentou.
Ao destacar os resultados desse modelo, Sandro ressaltou que a indústria paranaense foi uma das mais beneficiadas pela política estadual de desburocratização e oferta de crédito.
“Eu participei de um governo cujo PIB da indústria aumentou em média 10% ao ano numa gestão e que viu o número de indústrias crescer 28% em uma gestão. Eu participei disso e sei que, se continuarmos no caminho certo, com o Estado sendo parceiro das empresas, podemos manter esse ritmo acelerado de crescimento”, disse.
Infraestrutura para o crescimento econômico
Para Sandro, a desburocratização precisa vir acompanhada de infraestrutura capaz de sustentar o crescimento. Ele destacou sua atuação na construção do atual modelo de concessões rodoviárias do Paraná e defendeu a continuidade dos investimentos em rodovias, portos e ferrovias para reduzir custos logísticos e ampliar a competitividade do agronegócio e da indústria.
O programa de concessões reúne cerca de 3,3 mil quilômetros de rodovias, com aproximadamente 1,8 mil quilômetros de duplicações previstas. Sandro também citou sua passagem pelo Porto de Paranaguá e a modernização da estrutura portuária. “Esse é o Paraná que eu não vou deixar parar”, afirmou.
A ferrovia, segundo ele, será uma das prioridades já no início de 2027, especialmente diante da nova concessão da Malha Sul e da situação da Ferroeste. A proposta é discutir a integração das duas estruturas e construir uma modelagem capaz de ampliar os investimentos e a capacidade de transporte ferroviário no Estado.
“Na ferrovia, nós temos que pensar grande. Assim como fizemos nas rodovias, precisamos discutir a Malha Sul e a Ferroeste dentro de uma visão de integração”, defendeu Sandro.
Assessoria

