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13/09/2021

MuDáAlimentos da Afubra arrecada mais de 3.000 kg de alimentos em Irati e Imbituva

MuDáAlimentos da Afubra arrecada mais de 3.000 kg de alimentos em Irati e Imbituva

Trocar uma muda de árvore nativa por 1 kg de alimento, com este objetivo a campanha MuDáAlimentos da Afubra arrecadou em Irati e Imbituva mais de 3.000 kg de alimentos e doou mais de 3.000 mudas de árvores nativas. Realizada em todas as filiais da Afubra nos três estados do Sul – Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul –, a campanha  chegou a sua 2ª edição neste ano e é parte da programação dos 30 anos do projeto Verde É Vida.

“A campanha MuDáAlimentos vem ao encontro do trabalho do projeto Verde É Vida, que busca incentivar a recuperação de nascentes e levar a informação aos mais jovens sobre a importância da preservação do meio ambiente, mas a ideia principal é arrecadar alimentos para ajudar as pessoas que mais precisam”, explica Lázaro Ramon Böck, gerente da Afubra de Irati e Imbituva.

A meta da campanha era distribuir mais de 30 mil mudas de árvores nativas no Sul do País e, consequentemente, arrecadar mais de 30 mil kg de alimentos. Cada filial ficou encarregada de entregar 1.000 mudas e arrecadar 1.000 kg de alimentos, e, segundo Lázaro, algumas filiais ultrapassaram a meta. A Afubra de Imbituva distribuiu 2.068 mudas e arrecadou 2.457 kg de alimentos e a Afubra de Irati distribuiu 1.000 mudas e arrecadou 1.090 kg de alimentos.

Cada filial da Afubra distribuiu os alimentos em seus municípios de acordo com as necessidades. Em Irati, os alimentos foram destinados à Associação Núcleo de Apoio ao Portador de Câncer (Anapci), Santa Casa de Irati e Secretaria de Assistência Social. Em Imbituva, as escolas Tancredo de Almeida Neves, Barro Preto, Santa Terezinha, Dolores Mendes Galvão, Mato Branco de Baixo, Tijuco Preto, Favo de Mel e CMEI Estrela Guia receberam os alimentos para repassar às famílias necessitadas.

“A Afubra buscou junto às instituições parceiras levar os alimentos para as pessoas que tanto necessitam, seja por questão de vulnerabilidade social, ou por estar fazendo tratamentos de saúde e ter que ficar longe de casa, ou ainda quem foi mais afetado com a pandemia”, ressalta o gerente Lázaro.

Texto: Cibele Bilovus/Hoje Centro Sul

Fotos: Divulgação Afubra

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