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30/11/2021

Estudante iratiense recebe prêmio de 1º lugar no Concurso Agrinho

Concurso estadual é promovido pela Federação da Agricultura do Paraná e Senar. Aluna e professora ganharam notebooks

Estudante iratiense recebe prêmio de 1º lugar no Concurso Agrinho

Gabriella Koslik Didur, de oito anos, estudante do segundo ano da Escola Municipal Rosalina Cordeiro de Araújo, foi a primeira colocada na categoria redação do Concurso 2021 do Programa Agrinho, que, este ano, abordou o tema “Do campo à cidade: saúde é prioridade”. A aluna e sua professora receberam um notebook como premiação do Programa, que é uma promoção da Federação da Agricultura do Paraná e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-PR).

O engenheiro agrônomo e supervisor do Senar na regional de Irati, Eduardo Figueiredo Mercado, relata que o Agrinho é um programa de responsabilidade fiscal, onde são realizados trabalhos com os municípios, com a entrega de cartilhas educacionais, trabalhando com os professores e os alunos. “Este ano, foram recebidos 4.800 trabalhos. O Agrinho é um projeto muito abrangente dentro do estado do Paraná. Neste ano, temos mais um premiado na cidade de Irati, que sempre nos agrada e é contemplada. Isso é bastante positivo para o município, para o Senar e para o Programa Agrinho”, destaca o supervisor.

A professora de Gabriella, Noemi Rodrigues de Almeida, comemora a premiação e conta que participar do Concurso foi desafiador, devido ao período de pandemia e as aulas, durante a elaboração da redação, serem online. “Foi um desafio bem grande, mas foi possível com a ajuda da equipe pedagógica da escola, com a diretora, com algumas colegas de trabalho, que me incentivaram muito e da Secretaria de Educação. Isto sem falar que eles são alunos do segundo ano e estão sendo alfabetizados. Assim, a letra cursiva ainda é difícil para eles”, conta Noemi.

Todos os alunos fizeram redações, sendo o trabalho da Gabriella o escolhido para participar do Concurso. “Foi difícil selecionar o mais interessante e criativo. O da Gabriella chamou muita atenção e, desta forma, foi escolhido, pois só poderia selecionar um trabalho para o Concurso. A próxima etapa foi escrever com a letra cursiva, 25 linhas”, relata a professora.

Noemi conta ainda sobre o esforço e a parceria da família com a escola, que resultaram na conquista. “Foi um pouco complicado, pois por conta da idade, ela não está acostumada a escrever com a caneta. Acho que passamos a limpo umas sete vezes, pois tinha que estar perfeito e sem rasuras. Durante uma semana, ficamos trabalhando em cima deste texto, junto com a família que abraçou a causa”, detalha a professora. Ela também destacou a diretora, Elza Valenga, que enviou o trabalho para o concurso e comenta que, toda a comunidade escolar ficou feliz ao ver o resultado.

Texto/Fotos: Assessoria PMI

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