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27/11/2020

Editorial - Perguntas que ecoam num final de ano atípico e intrigante

Editorial - Perguntas que ecoam num final de ano atípico e intrigante

Falta apenas um mês para o Natal. Por um lado o ano de 2020 foi arrastado, cheio de dificuldades, inseguranças e problemas de todos os tipos. Por outro, a sensação é de que vencidas as incertezas dos dois ou três primeiros meses da pandemia do novo coronavírus, todos foram, em maior ou menor proporção, adaptando-se às novas regras restritivas de convivência e aos cuidados básicos preventivos diários, como lavar constantemente as mãos e usar máscaras.

Então, depois de vencido o choque inicial –  para aqueles que não perderam entes queridos devido à COVID-19, nem tiveram sequelas da doença ou ficaram desempregados –, o ano transcorreu como os demais, com afazeres, preocupações, sortes ou revezes.  E, de repente, já é quase Natal outra vez. E 2021 também já se aproxima com a expectativa de que a vacina para prevenir o vírus mortal chegue e seja acessível para a população, garantindo novo fôlego para o Comércio, para a Educação, para o Turismo,  para as Contas Públicas.

Mas, enquanto 2021 não vêm e nem os bons ares de perspectivas seguras na Saúde preventiva, temos o Natal e as férias de final de ano chegando. O comércio aguarda ansiosamente a sua principal data de vendas. É no Natal que os presentes, a renovação dos itens da casa e a solidariedade sempre garantiram mais renda para as lojas, novos empregos temporários e movimentação da economia.

Mas como será este ano? A segunda onda de COVID-19  espalha-se  cada dia mais pela maioria dos Estados e Municípios do País. O alerta para que voltem as restrições sociais e aos cuidados mais enfáticos com a higiene seguem em alta. Entretanto as pessoas vão deixar de viajar e lotar as praias ou de se aglomerarem em festas de empresas e de famílias?

Como chegar ao equilíbrio e conseguir manter a COVID-19 sobre controle sem deixar de descansar e aproveitar o bom da vida? São perguntas e mais perguntas que ecoam neste fim de ano atípico e intrigante, em que já temos iluminação natalina nas ruas e campanhas de vendas do comércio de Irati. As respostas, bem como os acertos e erros, ficam relegados ao tempo.

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