Brasil confirma caso de coronavírus e Paraná tem dois casos suspeitos

Por Redação 3 min de leitura

De acordo com o Ministério da Saúde, pessoas que viajam para 16 países nos últimos 14 dias e apresentarem febre e mais um sintoma gripal, como tosse ou falta de ar podem ser enquadrados como casos suspeitos de coronavirus

 

Na quarta-feira (26) foi confirmado pelo Ministério da Saúde o primeiro caso de coronavírus no Brasil. Nos últimos dois dias, além do Brasil, vários outros países – DinamarcaEstôniaGeórgiaGréciaMacedônia do NorteNoruegaPaquistão e Romênia –  também confirmaram os primeiros casos da doença. 

O caso confirmado no Brasil é de uma pessoa que viajou para a Itália recentemente. No Paraná há dois casos suspeitos, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde. Trata-se de uma idosa de 66 anos de idade, que esteve na Itália nos últimos dias e está internada no Hospital do Rocio, em Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba. O outro caso suspeito é de uma jovem de 29 anos, moradora de Ponta Grossa, que também retornou da Itália.

Segundo o Ministério da Saúde, pessoas que viajam para 16 países nos últimos 14 dias e apresentarem febre e mais um sintoma gripal, como tosse ou falta de ar podem ser enquadrados como casos suspeitos de coronavirus.  Os países são: China, Japão, Singapura, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Tailândia, Vietnã,  Camboja, Itália, Alemanha, França, Austrália, Filipinas, Malásia, Irã e Emirados Árabes.

O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson de Oliveira, explica  que a transmissão interna de casos nos países motivou a ampliação da lista, que ela vai continuar passando por atualizações, podendo o número de países aumentar ou diminuir, a depender da evolução epidemiológica do vírus no local.

“Não estamos fazendo nada diferente do que vínhamos fazendo com outros países. O que estamos fazendo é ampliar a capacidade de identificação do vírus no território nacional a partir do histórico de pessoas que foram para esses países”, disse Wanderson de Oliveira.

Segundo secretário, a partir da atualização da lista, os profissionais que trabalham em locais de entrada de pessoas no país, como portos e aeroportos devem prestar mais atenção nas pessoas que chegam desses locais e venham a apresentar sintomas de doenças respiratória.

Da Redação/Hoje Centro Sul, com informações Agência Brasil

Foto: Erasmo Salomão/Ministério da Saúde