1º debate teve a participação dos oito candidatos a prefeito de Irati

Por Redação 4 min de leitura

Promovido pela Rádio Najuá e Jornal Hoje Centro Sul o debate durou pouco mais de duas horas e meia e foi dividido em quatro blocos, dois deles com perguntas de candidato para candidato

Na sexta-feira (02), os oito candidatos a prefeito de Irati participaram do 1º debate promovido pela Rádio Najuá e Jornal Hoje Centro Sul. Em pouco mais de duas horas e meia, eles puderam questionar os adversários e falar sobre seus projetos, caso sejam eleitos.

O debate teve início às 20h, com os candidatos fazendo perguntas entre si, por ordem de sorteio. O primeiro a perguntar foi Josué Hilgemberg (MDB), que escolheu Emiliano Gomes (PSD) para responder. A pergunta foi: Quantos empregos foram gerados na sua época como secretário do atual prefeito Jorge Derbli? E qual é a sua proposta para gerar emprego e renda? Emiliano disse: “Quem realmente gera empregos nesse município é um bom prefeito, com uma boa relação com o Estado, o resto, é conversa. Nós temos bons projetos e executamos bons projetos, como o Desenvolve Irati, que é um projeto para poder aquecer os ecossistemas principalmente dos setores menos favorecidos, ou seja, os MEI’s [micro empreendedores individuais]. Nós temos que valorizar aquelas pessoas que estão começando o seu primeiro negócio e estimular os jovens. Os jovens precisam ser estimulados para que possam, futuramente, empreender e gerar emprego”, disse Emiliano. Em sua réplica Josué falou sobre a importância de investimentos no condomínio industrial e, depois, Emiliano voltou a falar que é necessária a parceria com o Estado para a geração de empregos.

Emiliano foi o segundo a questionar um oponente. Ele escolheu Marcos Gonçalves (Avante) para também responder sobre geração de empregos. “O que eu quero trazer para cá, são grandes empresas. E eu quero fazer um trabalho na área de construção de casas pré-fabricadas e já estamos em contato com uma empresa que já me pediu há muito tempo, mesmo eu não sendo prefeito, trazer uma empresa na área de placas solares”, respondeu Marcos. Ele afirmou ainda: “Eu não entendo porque Irati é fechada, Irati parece uma cidade ainda colonizada por coronéis. Não se pode entrar aqui, se você vir para cá, você não entra e eu sei disso”, disse. Em sua réplica, Emiliano destacou. “Nós vamos fomentar diversos programas, mas, acima de tudo, a boa relação com o órgão importante que se chama Investe Paraná, vai fazer com que a gente traga grandes indústrias para o município de Irati”.

Na tréplica, Marcos disse: “Eu acho que pode ser que você consiga, mas eu quero ver se vai acontecer isso mesmo. Eu estou apostando agora nisso. Como vocês falaram, trazer MEI’s, trazer pequenas empresas. Irati não sobrevive de pequenas empresas, a própria população aqui. Se a gente não tiver outra empresa que traga uma renda, você pode abrir quantas lojas você quiser, elas vão falir em seis meses a um ano. Se não tem quem compre, não tem como a gente fomentar pequenas empresas. Primeiro as grandes, para a gente ampliar essa cidade, para aí sim, fomentar as pequenas.” Ao contrário do que o candidato defende, de acordo com o Sebrae, as pequenas empresas são responsáveis pelo maior percentual de empregos formais (com carteira assinada) gerados no Brasil.

O terceiro a questionar foi Osvaldo Zaboroski (PT), que perguntou para Jorge Derbli (PSDB), o que aconteceu com a gestão atual e se é ele quem manda.  “O meu governo vai muito bem, obrigado. O comando está na minha mão, está no gabinete do prefeito, com os meus secret&aacu