I
I

                                         

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Editorias
Agricultura
Cidades
Editoriais
Especiais
Geral
Política
Saúde
Segurança (Policial)
Social
Todas as notícias
 
Colunistas
Dennys Robson Girardi
Enobran Renner
José Maria Orreda
Kayan de Lima
Luiz Carlos Ramos
Márcio Fábio Kazubek
Marco Leite
Robson Miguel Camargo
Vinícius Garcez
Todos as colunas mais recentes
 
E receba notícias gratuitamente em seu e-mail !
Últimas Notícias

Violência Legí­tima

warning: Parameter 1 to theme_field() expected to be a reference, value given in /home/hojecent/public_html/hoje/includes/theme.inc on line 170.

A força de comando do estado se dá pela centralização do poder, que está convergido nas diversas instituiçíµes que compíµe a estrutura de mando. Esta idéia de estado está atrelada í s idéias de organização, territorialidade e nacionalidade. O estado utiliza de seus aparelhos para manter sua força e seu controle.
Assim, o estado dispíµe de mecanismos que criam normas, que as fazem cumprir e que punem os infratores. Estas normas têm em vistas a defesa de um grupo, da classe dominante que detém o poder estatal.
A violência está distribuí­da entre todos os grupos, desde a famí­lia até as mais complexas instãncias de relaçíµes humanas. Contudo, a única instituição que pode fazer uso da violência de modo legí­timo é o Estado. Este utiliza de várias formas de violência para garantir o controle da sociedade e fazer com que os cidadãos tenham comportamentos desejáveis. A coação é mais usada para garantir a reprodução de comportamentos desejáveis, tem um aspecto moral e visa abater o ãnimo, podendo ser através de ameaças, chamadas de atenção, gera o medo. Já a coerção é utilizada para punir os infratores e garantir que a infração não se repita, trata-se da violência fí­sica..
Algumas formas de governo se mantiveram e se mantém pela utilização desta violência coerciva, principalmente nos regimes totalitários ligados a figuras emblemáticas, como Hitler na Alemanha, Mussolini na Itália e Lênin na União Soviética. Nas ditaduras da América Latina esta violência foi utilizada para manter a ordem desejada, mas não foi tão abusiva.
Nos governos democráticos a violência é mais simbólica. Por meio de aparelhos ideológicos como a escola, a mí­dia e a famí­lia, transmite-se outra forma violenta de contenção, onde não se faz uso da força fí­sica, mas da disseminação de modelos ideários, uma clara violência de coação. í‰ possí­vel perceber estes modelos nas veiculaçíµes que o estado faz na mí­dia, seja no uso da imprensa audiovisual ou na imprensa escrita. Trata-se de uma violência de que mantém a ordem, sem ferir os cidadãos.
O panótico de Foucault, apresenta o modelo de vigilãncia. A visão do todo garante a segurança e o controle, que é mantido por meio de uma violência de coação. Que, dependendo da reação, pode se apresentar como violência de coerção. Assim, a violência simbólica traz a coação como modelo e sua função principal é disciplinar, assegurando o controle total.
Esta violência se impíµe através de três: a organização do espaço (onde está?), o controle do tempo (aceleração das atividades em relação do tempo) e a constante vigilãncia do olhar.
Talvez não percebamos, mas os aparelhos do Estado garantem a manutenção do mesmo em vistas de sua segurança e durabilidade. Nessa situação somos súditos surdos e silenciosos, mas dificilmente temos consciência disto.

Capa desta Edição
Publicidade
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

Rua Augusto Thomaz, 30
Praça da Bandeira - Irati - PR
Fone / Fax:: (42)3422-2461 - (42) 3422-9630


Todos os direitos reservados - Hoje Centro Sul - 2010
Desenvolvido por www.selectsystem.com.br