“Sua inconstância e ausência geram uma incerteza que já atingiu o limite do tolerável. Esperamos que em 2010 suas responsabilidades estejam mais alinhadas à s suas atitudes.â€
Avaliação solta sobre rotinas alteradas.
“Imagino que tão logo inicie-se o processo eleitoral as mesmas promessas de sempre estarão postas para a enganação geral da população. A esta, caberá o julgamento do mérito. Mas como sempre, a necessidade geral da nação, alimentada pela negação de direitos e pela ignorância do que seja isto, determinará os rumos da polÃtica nacional. De um lado haverá os contentes e do outro os descontentes. Estes porque perderão privilégios; aqueles porque os ganharão. Entre eles estará o pilar das estruturas administrativas composto pela estigmatizada população de servidores que, apesar de sujeita aos desmandos administrativos provocados pela rotatividade do poder, é, no fundo, quem sustenta os serviços públicos.â€
Avaliação realista do que está por vir.
“Se fôssemos um pouco mais organizados e culturalmente mais politizados, estarÃamos agora banindo do exercÃcio polÃtico aqueles que insistem em fazer da atividade polÃtica um trampolim para suas aspirações pessoais de poder. Promessas vãs; enganação; desrespeito ao direito cidadão; conluio; conchavos; perseguição. Parafraseando o filósofo da realidade: “não há mais esperançaâ€â€.
Do mais realista dos pessimistas, em análise profunda das realidades que caracterizam as relações decisivas, em resumo do que foi 2009.
“Apesar de todos os fracassos avançamos muito em relação ao que vinha acontecendo e à quilo que estava posto enquanto limite do tolerável. Falta muito, ainda, para podermos comemorar avanços determinantes de reversão do processo. É o paradoxo das afirmações demagógicas que diziam que apesar de todos os avanços, fracassamos na definição de regras que determinarão a reversão na degradação do mundo.â€
Antagonização das afirmações sobre regras inteiroambientais.
Enquanto isso, nos escaninhos da consciência...
“Preguiças mentais determinando letargias intelectuais. Há que se mudar!â€





