A degradação das águas no meio urbano se dá de diversas maneiras. A primeira é a diminuição de sua vazão, relacionada a dois fatores: a retirada de vegetação que segura a umidade do solo especialmente próximo aos cursos de água e, em segundo, o selamento do solo pelas obras de construção, como ruas, calçadas e construções que impermeabilizam o solo impedindo a infiltração, absorção e armazenamento de água no mesmo.
As águas nas cidades recebem incontável número de poluentes sólidos e lÃquidos, o esgoto sanitário, doméstico industrial e comercial. De modo genérico são os mais comuns. Neles todas as substâncias são encontradas, como a matéria orgânica, ácidos, compostos a base de amônia, soda, uréia, solventes, detergentes, além de óleos, combustÃveis e o que mais puder se imaginar, esses afluentes, além de tóxicos, ainda podem estar em altas temperaturas. A somatória dessas caracterÃsticas transforma o rio em uma solução tóxica, que mata a flora e a fauna, ou a destrói por completo, o que compromete muito suas vidas.
Os materiais sólidos, como lixo e sedimentos chegam diretamente poluindo, e assoreando o leito dos cursos de água agravando a situação.
O resultado disso são rios estéreis, mortos, vetores de doenças, feios, facilmente inundáveis e prejudiciais a saúde pública. Sendo assim, é responsabilidade das prefeituras e órgãos municipais tratar estes efluentes, recolher o lixo de forma adequada e da conscientização do povo, que joga seus lixos em efluentes sem cuidado algum.
Nos dias de hoje é inadmissÃvel tal postura polÃtica e das pessoas pela facilidade de informação que existe, sendo que o principal prejudicado são elas mesmas. São as próprias pessoas que cometem tal fato que estarão a mercê de enchentes, doenças e necessitam utilizar essas águas em suas casas.





