“Eu não desejo o mal a ninguém, mas que as pessoas responsáveis pelos serviços de saúde deveriam precisar dele, isso deveriam. Quem sabe assim teriam um pouco mais de compromisso com a dignidade das pessoas. Um pouco mais não! Tem que haver muito mais compromisso, porque um pouco num universo em que não existe nada, de nada adiantaria.”
De um desalentado precisador do serviço público de saúde, em visita à Sibéria, saudoso dos serviços por cá: tão eficientes, tão qualificados, tão disponíveis.





