A terra é muito dinâmica e tem sua dinâmica interna e externa. Na dinâmica interna, está o vulcanismo, as acomodações de terra, os sismos e na dinâmica externa temos os agentes do clima, deslizamentos e inundações.
A ocupação do homem sobre a superfÃcie da terra, por vezes é inadequada. Ele ocupa zonas de vulcanismo, colisão de placas tectônicas, além do vulcanismo, que estão intrinsecamente ligados aos terremotos e por última conseqüência, tsunamis. Com o incremento dos estudos dos geólogos, é possÃvel prever tais catástrofes com alguma antecedência, lembrando que esta é na casa de minutos, porém, tempo suficiente para salvar milhares de vidas. Mas, para tais alertas funcionarem, deveria existir laboratórios de modelagem e monitoramento que soam raros e quase inexistentes, estes eventos não podem ser evitados o homem é impotente diante disto.
Os agentes externos, como clima e movimentos de solo superficiais, são mais fáceis de serem vistos e previstos, estes têm influência direta com a atividade humana, que vem influenciando no clima há décadas. É de se esperar cada vez mais um clima instável e perturbado, com extremos, sem estações bem definidas. As mudanças mais comuns sentidas são o aumento das chuvas que, somada à ocupação sem planejamento, causa catástrofes, sejam desabamentos ou inundações.
Basta ver os jornais para ver que as cidades são mal urbanizadas e boa parte destas estão em lugares que não deveriam estar. Pouco existe a se fazer além de conviver com mortes e prejuÃzo. Cada dia mais aparecem pessoas culpando a natureza e governo por esta catástrofes, desconsiderando que o erro é delas próprias em construir e habitar onde não deviam.
Terremotos e vulcanismo vão continuar existindo ao sabor do acaso, acontecem sem avisar, podem se tornar diários ou ficaram quietos por décadas. Não existe um padrão, uma certeza sobre eles. Já as catástrofes ligadas ao clima e ocupação urbana, estes sim cada dia mais vão ser comuns e mais intensos, sendo que o estopim destas mudanças é a atividade humana não sustentável.
ED. 504 03/02/2010





