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Edição 969 - Já nas bancas!
08/03/2016

Delegacia de Polícia e estabelecimentos comerciais são alvo de pichação em Irati

Ações de vandalismo marcaram a madrugada desta quinta-feira, dia 03 de março, em Irati

Delegacia de Polícia e estabelecimentos comerciais são alvo de pichação em Irati

Ações de vandalismo marcaram a madrugada desta quinta-feira, dia 03 de março, em Irati. Moradores da rua XV de Julho  e proprietários de vários estabelecimentos comerciais se surpreenderam ao visualizar as fachadas, paredes e muros, que tiveram pichações durante a noite. A 41ª Delegacia de Polícia Civil de Irati também sofreu com a audácia do pichador, que já está preso.

O portão que dá acesso ao estacionamento da Delegacia de Irati foi atingidos pela ação dos vândalos. Nele, na tarde desta quinta-feira podia ser lida a frase “PCC, É NOIS QUE TÁ, BOB”. Uma das viaturas da Polícia civil também foi atingida.

A delegada de polícia de Irati, Eliete Kovalhuk, ficou surpresa ao se deparar com a pichação. Ela comentou que a cidade nunca teve muitos casos como esse. “Isso me causou espanto, pois nós não temos registros correntes dessa situação, isso nos deixou bastante assustados, então por isso reagimos rápido e identificamos o indivíduo”, disse a delegada.

O suspeito foi identificado pelo sistema de monitoramento da 41ª Delegacia de Polícia Civil de Irati e foi preso ainda nesta quinta-feira (03). Ele está em custodia na delegacia de polícia.

Pichação é crime

De acordo com a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998 e a Lei nº 12.408, de 2011, pichar ou por outro meio conspurcar edificação ou monumento urbano tem como pena a detenção de três meses a um ano, e multa. Ainda conforme a  legislação, se o ato for realizado em monumento ou coisa tombada em virtude do seu valor artístico, arqueológico ou histórico, a pena é de seis meses a 1 um ano de detenção e multa.

Não constitui crime a prática de grafite realizada com o objetivo de valorizar o patrimônio público ou privado mediante manifestação artística, desde que consentida pelo proprietário e, quando couber, pelo locatário ou arrendatário do bem privado e, no caso de bem público, com a autorização do órgão competente e a observância das posturas municipais e das normas editadas pelos órgãos governamentais responsáveis pela preservação e conservação do patrimônio histórico e artístico nacional.

Texto e fotos: Silmara Andrade/Hoje Centro Sul 

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