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Edição 1156 - Já nas bancas!
12/08/2019

Política em Questão - Por Letícia Torres e Ciro Ivatiuk

Política em Questão - Por Letícia Torres e Ciro Ivatiuk

Conexão para gerar desenvolvimento 

O setor de infraestrutura aeroviária foi destaque na última semana com lançamento, dia 07, do programa Voe Paraná pelo governador Ratinho Júnior (PSD). Serão 12 novas rotas, disponíveis a partir de 22 de outubro, que serão operadas pela companhia aéreas Gol para ligar as principais cidades-polo do Paraná à capital Curitiba.  Aeronaves pequenas atenderão as cidades de Paranaguá, Arapongas, Apucarana, Guarapuava, Campo Mourão, Francisco Beltrão, Paranavaí, Cianorte, Telêmaco Borba, Cornélio Procópio, União da Vitória e Guaíra. As novas rotas aéreas serão possíveis porque o governo reduziu de 18 para 7% o valor do ICMS sobre o querosene de aviação. “Nosso planejamento sempre foi fazer com que a capital e o interior fiquem mais próximos, desenvolvendo o Paraná por inteiro, levando mais indústrias para o interior e consequentemente gerando mais emprego”, afirmou o governador. “Muitas vezes o empresariado quer se instalar no interior, mas não tinha uma ligação fácil com a capital. Esse programa encurta as distâncias”, afirmou Ratinho Júnior. As passagens aéreas começam a ser vendidas no dia 2 de setembro e os principais passageiros esperados são executivos de negócios e turistas.

 

Um olhar à frente

Em um encontro com cerca de 30 deputados estaduais, o governador Ratinho Junior (PSD) apresentou na quarta-feira (07), um banco de projetos para a reestruturação de rodovias, ferrovias e da segurança pública. Pensando em médio e longo prazo, o Estado investirá R$ 350 milhões na elaboração de projetos considerando as grandes necessidades de melhoria da infraestrutura do Paraná. Estas demandas foram definidas pelo governo em conjunto com os deputados estaduais. Serão R$ 290 milhões para melhorar ou implementar pavimentação, estudos ambientais e de viabilidade, trevos, contornos e pontes em ligações rodoviárias; R$ 40 milhões para renovar a malha ferroviária e concretizar a ligação Foz do Iguaçu-Paranaguá; e R$ 20 milhões para segurança pública. O banco de projetos deixará um legado transformador para o Paraná, defende o chefe da Casa Civil, Guto Silva. “Nós temos o péssimo hábito de correr atrás dos investimentos, mas sem projetos. Eles demandam muito tempo de preparação e licitação antes das obras. É uma aposta do Governo de condensar as demandas represadas há muito tempo. Com os projetos prontos, passamos a buscar recursos para as obras”, ressaltou.

Maior banco de projetos do país 

Segundo o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, deputado Sandro Alex (PSD), o banco de projetos do Paraná será o maior do país. A área recebeu os maiores recursos para dar conta da evolução da economia do Estado. “São rodovias que precisam de pavimentação, o que é aguardado há décadas. Que precisam de ampliação de capacidade, o que oferece mais segurança. É um Estado logístico e que tem um fluxo muito grande de movimentação para escoamento”, afirmou.

 

Participação popular

Depois do recesso parlamentar, a Câmara Municipal de Irati retomou os trabalhos na terça-feira (06).  Representantes do bairro Rio Bonito, que pretendem reativar a Associação de Moradores, acompanharam a sessão ordinária. Depois, puderam conversar com o presidente da Câmara, Valdenei Cabral (PDT), que incentiva a aproximação entre os vereadores e a população. Segundo ele, ideias, sugestões e propostas para resolução dos problemas de Irati são sempre bem vindas.

 

Softys compra Sepac

 A Softys anunciou a aquisição da empresa Sepac, proprietária das marcas Duetto, Paloma, Stylus e Maxim, com sede em Mallet. Segundo a multinacional, o valor total do negócio foi de R$ 1 bilhão e 312 milhões e está sujeito, por lei, à aprovação das agências de concorrência brasileiras. Fundada em 1974 pelo empresário João Ferreira Dias, a Sepac é responsável por dois terços do papel tissue fabricado no estado. O papel tissue é usado na produção de papel higiênico, papel toalha, fraldas e lenços de papel. A integração das duas empresas consolida a Softys como a maior operadora da indústria de tissue no Brasil.