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Edição 1134 - Já nas bancas!
13/05/2019

Inácio Martins e Irati realizam últimas audiências públicas sobre regularização fundiária

Inácio Martins e Irati realizam últimas audiências públicas sobre regularização fundiária

As audiências públicas com as comunidades beneficiadas pelo programa de regularização fundiária em Inácio Martins e Irati estão chegando ao fim. Esta etapa do programa iniciou nesta semana após a realização de reuniões com lideranças dos dois municípios para comentar as etapas do projeto.

Nesta sexta-feira (10), aconteceu a última audiência pública em Inácio Martins. O encontro foi direcionado à comunidadede Vila Nova, 19h30, na Capela da Vila Nova.

No município já foram realizadas audiências nas comunidades de Vila Borges, Lara, Dallegrave e Curtume.

Já em Irati, as audiências continuaram na sexta-feira (10) com a comunidade do Alto da Lagoa, na Escola Municipal Mercedes Braga,às 19h30.

Nesta segunda-feira (13) haverá audiência no Pavilhão da Igreja do Riozinho, para as comunidades Promorar2 e Riozinho, às 19h30.

No dia 14 de maio, está programada a 2ª reunião com as lideranças de cada comunidade, no Salão Nobre da Prefeitura, às 09h.

No município, já foram realizadas audiências com as comunidades de Jardim Planalto, Vila Nova e Pedreira.

Regularização Fundiária

O Programa de Regularização Fundiária em Irati e Inácio Martins tem sido realizado pela empresa Japel Soluções Fundiárias, em conjunto com as prefeituras.

Através de parceria com a Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), 510 famílias em Inácio Martins e 663 famílias em Irati serão beneficiadas pelo programa.

Com a finalização das audiências,inicia-se o processo de escrituração dos imóveis, começando pelo levantamento topográfico, estudo ambiental, projeto de topografia, projeto executivo de urbanismo e titulação final.

Programa Morar Legal

A regularização ocorre através do Programa “Morar Legal”, da Cohapar. O programa foi criado em 2016 e trata de regularizar os imóveis em municípios do estado, mais especificamente das ocupações irregulares consolidadas há mais de cinco anos.

Pelas normas do programa, os beneficiários pagarão de forma subsidiada à Cohapar os custos da regularização em até 20 parcelas de aproximadamente R$ 80. Os recursos para a implantação e desenvolvimento do programa são advindos do Fundo Estadual de Combate à Pobreza, e contemplam especificamente famílias que estejam dentro do teto da renda familiar até seis salários mínimos.

Texto: Da Redação/Hoje Centro Sul

fotos: Assessoria PMI

      Assessoria PMIM

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