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Edição 1102 - Já nas bancas!
21/12/2018

Editorial - O Natal

Editorial - O Natal

Com a proximidade do fim do ano, o comércio começa a se preparar para uma das datas mais importantes para o setor. Tão logo passa o Dia das Crianças, enfeites de Natal começam a aparecer aos poucos nas vitrines e vão aumentando quanto mais próximo dezembro está.

Na maioria dos lugares, essas decorações natalinas acabam chegando antes  no comércio do que nas residências. Nas casas, as decorações costumam a aparecer somente em dezembro, e quanto mais próximo o Dia de Natal está, mais decorações aparecem.

É nesse meio que as pessoas começam a ficar empolgadas e inicia uma corrida em busca de presentes e itens da ceia de Natal. Comércio faz hora-extra e supermercados lotam. Ao mesmo tempo, também surgem diversas críticas ao consumismo e sua visão material do Natal.

Mas, o que o Natal realmente é?

O Natal é tudo isso e muito mais. Para quem gosta de dar presentes, há a satisfação de proporcionar alegria. Para quem gosta de reuniões, o Natal é uma comemoração coletiva que fica marcada para todos. Cada um vivencia o Natal de muitas formas e o interpreta de diferentes modos, cheios de emoção e simbolismo.

De modo geral, o Natal é o período de dar amor, e presentear também é dar amor. O Natal é muito mais que uma mesa cheia de comida e de pessoas. O Natal é o momento para refletir, é o momento para fazer Natal na nossa vida e também das outras pessoas.

Essa data tão importante para nós cristãos acontece justamente uma semana antes do último dia do ano.  O ano termina e no intervalo entre Natal e Ano Novo, a maioria das pessoas têm a chance de frear a vida acelerada que leva e fazer uma auto-avaliação, pensar em tudo que aconteceu, em todas as conquistas e em todos os erros cometidos.

Essa data é tão mágica que ela nos permite prestar mais atenção nas pessoas que estão ao nosso redor. Ela nos permite olhar para aquele amigo que há tempos não víamos, ela nos permite olhar para moradores de rua que encontramos todos os dias, mas como estamos sempre acelerados não pensamos no seu bem-estar, não nos colocamos no seu lugar.  O Natal é tão mágico que ele nos permite amar, ele nos permite ver o nosso “inimigo” como ser que erra e que falha, nos permite ver as pessoas que nos fizeram mal com carinho. Basta querer e acreditar na magia do Natal.