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Edição 1062 - Já nas bancas!
16/02/2018

Projeto Escola 1000 contempla 46 escolas do Núcleo Regional de Irati

Projeto Escola 1000, iniciado no ano de 2016, foi criado para realizar reformas nas escolas do Paraná

Projeto Escola 1000 contempla 46 escolas do Núcleo Regional de Irati

O Programa Escola 1000, criado pelo Governo Estadual para acelerar a revitalização das escolas estaduais, chega à reta final com 700 obras iniciadas. O investimento total é de R$100 milhões, dividido entre mil escolas estaduais de todas as regiões do estado. Estas mil escolas foram escolhidas pelos Núcleos Regionais de Educação, de acordo com as prioridades. Cada escola recebeu R$100 mil depositados na conta de fundo rotativo, para projetos de reforma.

O Núcleo Regional de Educação de Irati foi contemplado com 46 escolas, destas, dez são de Irati.

Marisa Massa Lucas, chefe do Núcleo de Irati, comenta que as escolas tinham várias necessidades de reformas. “Nós tínhamos uma necessidade muito grande de reformar, principalmente banheiros, coisas emergenciais nas escolas. Estávamos com problemas com a Vigilância Sanitária, estávamos com problemas em diversos setores que não estavam sendo resolvidos, então foi lançado a Escola 1000”, comenta.

O dinheiro da Escola 1000 é depositado direto na conta da escola. “Isso foi o mais interessante para os diretores”, destaca.

Ela ainda explica que quem decidiu o que deveria ser feito nas escolas foi a comunidade escolar. “A comunidade decidiu o que precisava ser feito, pois não adianta nada o Núcleo chegar lá: vamos arrumar tal coisa. De repente, a escola quer arrumar o telhado ou outra coisa”, diz.

Segundo Marisa, as escolas contaram com a ajuda do engenheiro do Núcleo de Educação para decidir o que era prioridade para ser arrumado. Ela destaca também que muitas escolas deram preferência em arrumar a parte elétrica. “Com a ajuda da nossa engenheira do Núcleo, que foi fazendo um levantamento, dando prioridade às questões mais emergenciais, a questão do telhado, a questão do banheiro, da parte elétrica. Muitas escolas nossas reformaram a parte elétrica”, comenta.

O fato de diversas escolas da região serem antigas, de acordo com Marisa, foi decisivo para escolherem reformar a parte elétrica. “Muitas escolas tem prédios antigos, que é claro que com o passar do tempo as necessidade são outras. Agora que usamos bastante internet e aparelhos de tudo quanto é jeito, então começa a aumentar a demanda e fica tudo sobrecarregado. Então muitas escolas reformaram a parte elétrica”, destaca.

Marisa conta que as escolas estão recebendo fiscais para acompanhar a obra. Através disso são feitas todas as vistorias necessárias no momento que a obra vai ser entregue. O pagamento só sai se tudo estiver de acordo.  “O Núcleo intermedia. Ele faz, através do nosso engenheiro, as planilhas e o acompanhamento. Nós temos os fiscais que são da Cohapar [Companhia de habitação do Paraná] e da Predi [Paraná Edificações] que vem junto ajudar a fiscalizar a obra”, comenta.

Escolas

O Colégio Florestal de Irati, que atende cursos técnicos e profissionalizantes, foi uma das escolas escolhidas para participar do projeto Escola 1000.

Mariane Gemin, diretora do colégio, comenta que a reforma na escola precisou fazer uma pausa, pois foi necessário fazer algumas adequações no projeto inicial. “No Colégio Florestal havia uma necessidade muito grande de readequação da parte elétrica, inicialmente não pode ser contemplado pela Escola 1000. Então, precisamos trocar os serviços por outras necessidades”, comenta.

Ela conta que reformas como pintura e troca de telhado ainda estão sendo realizados e que isso traz mais segurança. “Cobertura de telhado, pintura, fechamento de portões, serviços de serralheria, fechamento da quadra. Isso nos traz um pouco mais de segurança. Foi um dos itens que veio ao encontro das nossas necessidades”, diz.

A diretora comenta que o serviço está demorando um pouco mais porque precisaram de um aditivo para que as obras continuassem. “O nosso serviço iniciou no ano passado, porém, ficou meio ano parado em função da necessidade de um aditivo, para a substituição das telhas do laboratório, depois de meio ano parado, recebemos em dezembro a informação que o aditivo foi liberado, já entrei em contato com a empresa e ela já tem programação para vir finalizar, até o meio desse ano, serviço concluído”, finaliza.

A Escola Estadual João de Mattos Pessoa também foi uma das primeiras escolas a serem contempladas na região. A diretora Marisa Aparecida Vidal de Andrade Hamad comenta quais obras foram realizadas e destaca a importância desse tipo de iniciativa.  “Aqui no colégio, as obras iniciaram no dia 23 de maio do último ano. Muita coisa foi feita na escola: fizemos a reforma da Secretaria, troca de parte do telhado do colégio, adaptação de uma sala para instalação do laboratório de informática, troca das caixas de água, reparos na rede elétrica, hidráulica e reparo das esquadrias”, comenta.

A diretora também destaca que as obras foram muito importantes para a comunidade escolar. “Foi muito bom porque melhorou o ambiente de trabalho para professores e funcionários”, finaliza.

Texto: Silmara Andrade/Hoje Centro Sul

Fotos: Silmara Andrade/Hoje Centro Sul e divulgação

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