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Edição 1005 - Já nas bancas!
13/11/2017

Polêmicas envolvendo a Câmara, o Observatório Social e a Aciai prosseguem em Irati

Polêmicas envolvendo a Câmara, o Observatório Social e a Aciai prosseguem em Irati

Nesta terça-feira (07), durante a Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Irati, novamente ocorreram discussões envolvendo a Associação Comercial de Irati (Aciai) e o Observatório Social (OBS) de Irati. O vereador Marcelo Rodrigues usou a tribuna para rebater o que o vereador Rogério Luís Kuhn disse na sessão anterior: que a fiscalização em relação à Aciai parecia retaliação por causa do Observatório Social de Irati.

“Em momento algum discordamos do que representa a Aciai para Irati. Sobre a questão do OBS local, estivemos em Curitiba e protocolamos as questões que vem ocorrendo no município”, disse Marcelo Rodrigues, referindo-se às ofensas que um integrante da entidade fez aos vereadores através de redes sociais e ao fato de representantes do OBS de Irati terem assistido à sessão da Câmara usando nariz de palhaço. 

O vereador disse que conversou com o presidente do Observatório Social do Brasil, Ney da Nóbrega Ribas, e que este se disponibilizou a vir a Irati. “Informamos a ele que apoiamos o Observatório local, queremos que a instituição progrida e fiscalize, pois não podemos condenar o saco de laranja por causa de duas ou três laranjas podres, que estão infiltradas lá”, disse o vereador, afirmando que o único pedido foi para que fosse respeitada a Lei.

 “Inclusive o presidente do Observatório do Brasil disse que não comunga da forma com que o Observatório de Irati agiu na Casa com nariz de palhaço”, disse Marcelo Rodrigues.

O presidente da Câmara de Irati,  Helio de Mello disse que o Legislativo quer trabalhar em parceria com todos que visem o bem comum no município. “Venham nos ajudar e nos dar força. E vou além, vá pedir voto, seja candidato, sinta na pele. Muitas vezes é mais fácil criticar, por isso que estamos no mundo que estamos, de pessoas que comungam e que vão na igreja professam sua fé, mas somente no espaço físico, na vida vivem como camaleões, nos grupos sociais fazem doação e no outro grupo furam o olho”, lamentou.

Texto: Da Redação/Hoje Centro Sul

Foto (Câmara de Irati) – Credito: Assessoria CMI