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Edição 962 - Já nas bancas!
03/04/2017

Mais de 2.000 viagens de cascalho em 12 semanas

Mais de 2.000 viagens de cascalho em 12 semanas

Desde que foram iniciados os serviços de manutenção de estradas e ruas de Irati, nos primeiros dias de janeiro, a Secretaria Municipal de Serviços Rurais contabilizou mais de 2.000 viagens de cascalho no município até a 12ª semana, encerrada na sexta-feira (24).

A pasta mantém planilha detalhada e atualizada de todos os procedimentos, incluindo quilometragem percorrida e grau de eficiência do maquinário. Segundo estes dados, no mês de janeiro foram aplicadas 477 viagens de cascalho. O setor ainda estava trabalhando com severo déficit de caminhões, com apenas quatro em funcionamento. Juntos, percorreram 13.387 quilômetros naquele mês.

Em fevereiro, com as devidas manutenções, a frota passou para sete caminhões, e o número de viagens de cascalho passou para 847. A soma da quilometragem rodada subiu para 25.515 quilômetros.Pela média, no transporte do revestimento, foram rodados desde janeiro até a semana de 20 a 24 de março, em torno de 60.000 quilômetros. Uma parte deste cascalho veio para a cidade, no atendimento a ruas de diversos bairros.

O secretário de serviços rurais, Anselmo Stadykoskiesclarece que “Irati tem à disposição mais de 30 cascalheiras e pedreiras que servem o município, como as do Canhadão, Pinho, Rio Corrente e do aterro sanitário. Mas a extração nem sempre é fácil. Há, por exemplo, a cascalheira de Guaçatunga, que pertence ao município, mas necessita de detonação, e isso é um processo caro”, detalha Stadykoski.

O secretário enfatiza que é necessário buscar as cascalheiras mais próximas aos locais em que há frentes de serviço nas estradas. Contudo, o maquinário é em número insuficiente para o tamanho do município. “Temos 45 mil alqueires de área agrícola, tudo cortado por estradas que necessitam de frequente manutenção”, justifica.

Em janeiro, só no interior, foram trabalhadas 778 horas/máquina. Em fevereiro este número passou para 1.050 horas. “Teve máquina que chegou a operar 159 horas num mês.

A avaliação do grau de aproveitamento do maquinário também é outra preocupação da secretaria. “Existe um instrumento que mede a eficiência de uso do maquinário, ou seja, quanto tempo ele permanece parado”. Anselmo conseguiu ainda fazer um comparativo: “quando assumimos, o controle apontava que este percentual de eficiência era em torno de 42%, e hoje já chega a 80%”.

O secretário avalia que ao menos uma parte deste índice deve-se ao intenso trabalho no interior se estendendo no sábado. “Foram 10 semanas seguidas de equipes trabalhando aos sábados. Temos uma equipe dedicada e comprometida com o trabalho, e falo de todos os nossos colegas, sem exceção”. De acordo com Stadykoski, os serviços em mais um dia da semana eram absolutamente necessários em função da grave situação das estradas rurais naquele primeiro momento, e brevemente serão retomados.

Texto/Fotos: Assessoria PMI

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