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Edição 1010 - Já nas bancas!
27/03/2017

Oportunidades e situação da Universidade são destacadas na Recepção aos Calouros de Irati

Oportunidades e situação da Universidade são destacadas na Recepção aos Calouros de Irati

Para ajudar na adaptação dos alunos ingressantes com as novas rotinas e responsabilidades que a universidade exige, a Unicentro anualmente realiza a Recepção aos Calouros em seus três campi universitários: Cedeteg, Irati e Santa Cruz. A primeira de 2017 foi realizada no campus Irati.

O reitor da Unicentro, Aldo Nelson Bona afirma que o objetivo das recepções é mostrar aos calouros que eles podem viver intensamente a universidade. “É uma conversa ampla em que se apresenta a eles a dimensão da responsabilidade da vida acadêmica aliada as oportunidades que a universidade oferece para o exercício dessa responsabilidade. É um gesto simbólico de acolhida, e de dizer que devemos estar todos imbuídos de um mesmo objetivo que é construir uma boa trajetória acadêmica e uma universidade cada vez melhor e mais referência no país e fora dele”, destaca Aldo.

Todos os anos, a Unicentro recebe aproximadamente 2200 alunos. No campus Irati, são 490 vagas distribuídas entre 13 cursos de graduação. Durante a recepção, o diretor do campus, professor Afonso Figueiredo Filho lembrou que é fundamental que os estudantes sejam agentes construtivos dentro da comunidade acadêmica.

“Eles têm uma responsabilidade muito grande por estarem em uma universidade pública, de contribuir com a construção desta. E neste aspecto, também solicitei que eles fossem participativos, críticos, e principalmente, construtivos. Nós precisamos de pessoas que nos ajudem a administrar, que nos apontem os problemas e que possam estar do nosso lado, porque todos estamos trabalhando em prol de um objetivo único. Não tem divisão aqui, aluno, professor, funcionário, todos têm que trabalhar em conjunto, ninguém faz nada sozinho”, salienta Afonso.

Para que os alunos tenham uma formação mais completa, a Unicentro tem muitas possibilidades fora das salas de aula também. São exemplos as ações dentro de pesquisa e extensão. A chefe da Divisão de Promoção Cultural (Diproc), professora Alexandra Lourenço apresentou aos ingressantes as atividades da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura no campus de Irati.

“A extensão tem uma relação extremamente íntima ou indissociável mesmo do ensino e da pesquisa. Para além de estudar, ele também vai ter que fazer pesquisa para poder atuar dentro desse projeto, e isso vai proporcionar uma formação muito mais ampla do que aquela que ele consegue ter em sala de aula. Além disso, esse contato vivo com as comunidades faz com que ele tenha uma outra releitura da realidade, aquela que ultrapassa o que está nos livros ou mesmo um teste em laboratório fechado”, observa Alexandra.

Já o chefe da Divisão de Pesquisa do campus Irati, professor Elynton Alves do Nascimento falou sobre as possibilidades da iniciação científica. “A Unicentro tem vários professores dentro dos diferentes departamentos e, portanto, com variadas linhas de pesquisa também. Na iniciação, o estudante tem a oportunidade de conhecer o mundo da ciência e da pesquisa científica. Para saber as linhas que os professores trabalham basta procurá-los no seu departamento pedagógico. Nós na Dipesp (Divisão de Pesquisa e Pós-Graduação), estamos a disposição para tirar qualquer dúvida”, complementa.

O calouro de Educação Física, Alan Mauricio de Andrade conta que a recepção mudou a sua visão da universidade. “Inicialmente achei que seria só aula na sala ou alguma prática talvez, mas agora descobri que podem ser feitos intercâmbios, extensões, trabalhar com a sociedade, isso foi uma surpresa para mim”, revela.

A recepção também foi o momento do reitor explicar aos estudantes o cenário atual de dificuldades que a Unicentro enfrenta. Uma delas é a demora na liberação pelo Governo do Estado para a contratação de professores colaboradores.

“A universidade já adiou por 15 dias o início das aulas por conta disso. Tínhamos a expectativa de resolver imediatamente a questão que até agora não se resolveu, e nós achamos importante deixar isso muito claro e explicado aos estudantes, pedindo a compreensão deste momento difícil que estamos vivendo, e ao mesmo tempo, demonstrar o comprometimento da gestão da universidade com a solução desse problema. O nosso desejo e tudo que fizemos foi para que os estudantes pudessem chegar na universidade e ter a tranquilidade do funcionamento do ano letivo, infelizmente isso não foi possível até agora, mas continuamos nos empenhando para que o mais rapidamente possível tudo se normalize”, frisa Aldo.

Para a caloura de Psicologia, Lirian Simões Krupek, a mensagem que fica é que se deve aproveitar todas as oportunidades que a universidade oferece. “Usufruir essa dádiva de conseguir ter sido aprovada numa universidade pública e tudo o que ela tem a oferecer, tanto como a extensão, os professores, as aulas, a área cultural que também me interessa muito, e ter uma boa formação que é o que a Unicentro me oferece”, conclui Lirian.

Texto/Foto: Assessoria Unicentro

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